Como as notas de uma tonalidade se relacionam entre si — a base para entender como elas formam os acordes, como os acordes são usados em progressões, como criar as suas próprias e enxergar música de ouvido.
Quase tudo na harmonia ocidental nasce da escala maior: sete notas escolhidas dentro das doze existentes, seguindo um padrão fixo de distâncias. Em Dó maior, essas notas são as sete teclas brancas do piano:
Essa mesma escala serve para duas coisas ao mesmo tempo:
1. Formar melodias. Uma melodia é uma sequência de notas tocadas uma após a outra. Se você usar só as notas da escala, tudo soa "dentro do tom" — coerente e agradável ao ouvido.
2. Formar acordes. Um acorde é um conjunto de notas tocadas ao mesmo tempo. E o mais bonito: os acordes de uma música saem das mesmas sete notas da escala. Melodia e harmonia vêm da mesma fonte.
Cada nota da escala também recebe um número — o grau, escrito em algarismo romano (I a VII). É o grau, e não o nome da nota, que importa na teoria: assim a mesma ideia funciona em qualquer tom.
O acorde mais básico é a tríade: três notas. Para montá-la, usamos o empilhamento de terças — ou seja, partimos de uma nota e pulamos de duas em duas dentro da escala (uma nota sim, uma não).
Vamos formar a tríade de Dó. Começamos no Dó e pulamos alternadamente:
Dó + Mi + Sol formam o acorde de Dó maior (C). Repare que só usamos notas da própria escala e pulamos de duas em duas — essa é a regra da sobreposição de terças.
A distância entre a fundamental e a terça é que decide o "humor": se for uma terça maior (mais larga), o acorde é maior e soa alegre; se for menor (mais estreita), o acorde é menor e soa triste. Você não precisa medir nada — ao montar a tríade só com notas da escala, esse resultado já vem pronto.
Agora vem o truque: aplique a mesma regra — empilhar duas terças — começando de cada grau da escala. Cada nota vira a fundamental de uma tríade, sempre usando só as sete notas de Dó maior.
| Grau | Empilhando terças | Acorde | Qualidade |
|---|---|---|---|
| I | Dó–Mi–Sol | C | Maior |
| ii | Ré–Fá–Lá | Dm | Menor |
| iii | Mi–Sol–Si | Em | Menor |
| IV | Fá–Lá–Dó | F | Maior |
| V | Sol–Si–Ré | G | Maior |
| vi | Lá–Dó–Mi | Am | Menor |
| vii° | Si–Ré–Fá | Bdim | Diminuto |
Esse conjunto de sete acordes é o campo harmônico da tonalidade — o "vocabulário" de acordes que soam bem juntos, porque todos vêm da mesma escala.
E surge um padrão que se repete em qualquer tom maior: os graus I, IV e V são maiores; ii, iii e vi são menores; e o vii é diminuto. Decorou esse padrão, sabe montar o campo harmônico de qualquer tonalidade — é só transpor.
Com os acordes em mãos, cada um assume um "papel" dentro da música. São três famílias, e é essa função — não a nota em si — que dá a sensação de "casa", "saída" ou "tensão pedindo resolução".
Uma progressão é basicamente uma viagem entre essas três famílias: sai da tônica, passa pela subdominante, cria tensão na dominante e resolve de volta. Esse ciclo T → SD → D → T é a espinha dorsal da harmonia ocidental.
Cadência é o "ponto final" (ou vírgula) de uma frase musical — a forma como ela resolve, ou propositalmente não resolve.
Abre o Shapeboard, monta a escala maior do seu tom favorito e veja as tríades nascerem da sobreposição de terças.
Abrir no Shapeboard →How the notes of a key relate to each other — the foundation for understanding how they form chords, how chords are used in progressions, how to build your own, and how to hear music by ear.
Almost everything in Western harmony is born from the major scale: seven notes chosen out of the twelve, following a fixed pattern of distances. In C major, those notes are the seven white keys of the piano:
That same scale does two things at once:
1. It forms melodies. A melody is a sequence of notes played one after another. If you use only the notes of the scale, everything sounds "in key" — coherent and pleasing to the ear.
2. It forms chords. A chord is a set of notes played at the same time. And here's the beautiful part: a song's chords come from the same seven notes of the scale. Melody and harmony share one source.
Each note of the scale also gets a number — its degree, written as a roman numeral (I to VII). It's the degree, not the note name, that matters in theory: that way the same idea works in any key.
The most basic chord is the triad: three notes. To build one, we stack thirds — that is, we start on a note and skip every other note within the scale (one note yes, one no).
Let's build the C triad. We start on C and skip alternately:
C + E + G form the C major (C) chord. Notice we only used notes from the scale itself and skipped every other one — that's the rule of stacking thirds.
The distance between the root and the third is what sets the "mood": if it's a major third (wider), the chord is major and sounds happy; if it's minor (narrower), the chord is minor and sounds sad. You don't need to measure anything — building the triad with scale notes only, that result comes out ready-made.
Now the trick: apply the same rule — stack two thirds — starting from each degree of the scale. Every note becomes the root of a triad, always using only the seven notes of C major.
| Degree | Stacking thirds | Chord | Quality |
|---|---|---|---|
| I | C–E–G | C | Major |
| ii | D–F–A | Dm | Minor |
| iii | E–G–B | Em | Minor |
| IV | F–A–C | F | Major |
| V | G–B–D | G | Major |
| vi | A–C–E | Am | Minor |
| vii° | B–D–F | Bdim | Diminished |
That set of seven chords is the key's diatonic field — the chord "vocabulary" that sounds good together, because they all come from the same scale.
And a pattern emerges that repeats in any major key: degrees I, IV and V are major; ii, iii and vi are minor; and vii is diminished. Memorize that pattern and you can build the diatonic field of any key — just transpose.
With the chords in hand, each takes on a "role" in the music. There are three families, and it's that function — not the note itself — that creates the feeling of "home," "departure," or "tension wanting to resolve."
A progression is basically a journey between these three families: leave the tonic, pass through the subdominant, build tension at the dominant, resolve back. That T → SD → D → T cycle is the backbone of Western harmony.
A cadence is the "period" (or comma) of a musical phrase — how it resolves, or deliberately doesn't.
Open Shapeboard, build the major scale of your favorite key, and watch triads emerge from stacked thirds.
Open in Shapeboard →Cómo se relacionan entre sí las notas de una tonalidad — la base para entender cómo forman los acordes, cómo se usan los acordes en progresiones, cómo crear las tuyas y reconocer música de oído.
Casi todo en la armonía occidental nace de la escala mayor: siete notas elegidas entre las doce existentes, siguiendo un patrón fijo de distancias. En Do mayor, esas notas son las siete teclas blancas del piano:
Esa misma escala sirve para dos cosas a la vez:
1. Formar melodías. Una melodía es una secuencia de notas tocadas una tras otra. Si usas solo las notas de la escala, todo suena "dentro del tono" — coherente y agradable al oído.
2. Formar acordes. Un acorde es un conjunto de notas tocadas al mismo tiempo. Y lo más bello: los acordes de una canción salen de las mismas siete notas de la escala. Melodía y armonía vienen de la misma fuente.
Cada nota de la escala también recibe un número — el grado, escrito en número romano (I a VII). Es el grado, no el nombre de la nota, lo que importa en teoría: así la misma idea funciona en cualquier tono.
El acorde más básico es la tríada: tres notas. Para armarla, apilamos terceras — es decir, partimos de una nota y saltamos de dos en dos dentro de la escala (una nota sí, una no).
Vamos a formar la tríada de Do. Empezamos en Do y saltamos alternadamente:
Do + Mi + Sol forman el acorde de Do mayor (C). Fíjate en que solo usamos notas de la propia escala y saltamos de dos en dos — esa es la regla del apilamiento de terceras.
La distancia entre la fundamental y la tercera es la que decide el "humor": si es una tercera mayor (más amplia), el acorde es mayor y suena alegre; si es menor (más estrecha), el acorde es menor y suena triste. No necesitas medir nada — al armar la tríada solo con notas de la escala, ese resultado ya viene dado.
Ahora el truco: aplica la misma regla — apilar dos terceras — empezando desde cada grado de la escala. Cada nota se convierte en la fundamental de una tríada, usando siempre solo las siete notas de Do mayor.
| Grado | Apilando terceras | Acorde | Calidad |
|---|---|---|---|
| I | Do–Mi–Sol | C | Mayor |
| ii | Re–Fa–La | Dm | Menor |
| iii | Mi–Sol–Si | Em | Menor |
| IV | Fa–La–Do | F | Mayor |
| V | Sol–Si–Re | G | Mayor |
| vi | La–Do–Mi | Am | Menor |
| vii° | Si–Re–Fa | Bdim | Disminuido |
Ese conjunto de siete acordes es el campo armónico de la tonalidad — el "vocabulario" de acordes que suenan bien juntos, porque todos vienen de la misma escala.
Y surge un patrón que se repite en cualquier tono mayor: los grados I, IV y V son mayores; ii, iii y vi son menores; y el vii es disminuido. Memoriza ese patrón y sabrás armar el campo armónico de cualquier tonalidad — solo hay que transponer.
Con los acordes en mano, cada uno asume un "papel" dentro de la música. Son tres familias, y es esa función — no la nota en sí — la que crea la sensación de "hogar", "salida" o "tensión que pide resolución".
Una progresión es básicamente un viaje entre estas tres familias: sale de la tónica, pasa por la subdominante, crea tensión en la dominante y resuelve de vuelta. Ese ciclo T → SD → D → T es la columna vertebral de la armonía occidental.
La cadencia es el "punto final" (o coma) de una frase musical — cómo resuelve, o deliberadamente no resuelve.
Abre Shapeboard, arma la escala mayor de tu tono favorito y ve las tríadas nacer del apilamiento de terceras.
Abrir en Shapeboard →Comment les notes d'une tonalité se relient entre elles — la base pour comprendre comment elles forment les accords, comment les accords s'utilisent dans les progressions, comment créer les vôtres et reconnaître la musique à l'oreille.
Presque tout dans l'harmonie occidentale naît de la gamme majeure : sept notes choisies parmi les douze existantes, suivant un schéma fixe de distances. En do majeur, ces notes sont les sept touches blanches du piano :
Cette même gamme sert à deux choses à la fois :
1. Former des mélodies. Une mélodie est une suite de notes jouées l'une après l'autre. Si vous n'utilisez que les notes de la gamme, tout sonne « dans le ton » — cohérent et agréable à l'oreille.
2. Former des accords. Un accord est un ensemble de notes jouées en même temps. Et le plus beau : les accords d'un morceau sortent des mêmes sept notes de la gamme. Mélodie et harmonie viennent de la même source.
Chaque note de la gamme reçoit aussi un numéro — le degré, écrit en chiffre romain (I à VII). C'est le degré, pas le nom de la note, qui compte en théorie : ainsi la même idée fonctionne dans n'importe quelle tonalité.
L'accord le plus basique est la triade : trois notes. Pour la construire, on empile des tierces — c'est-à-dire qu'on part d'une note et on saute une note sur deux dans la gamme (une oui, une non).
Formons la triade de Do. On commence sur Do et on saute alternativement :
Do + Mi + Sol forment l'accord de Do majeur (C). Remarquez qu'on n'a utilisé que des notes de la gamme et sauté une note sur deux — c'est la règle de l'empilement de tierces.
La distance entre la fondamentale et la tierce décide de l'« ambiance » : si c'est une tierce majeure (plus large), l'accord est majeur et sonne joyeux ; si elle est mineure (plus étroite), l'accord est mineur et sonne triste. Pas besoin de mesurer quoi que ce soit — en construisant la triade avec les seules notes de la gamme, ce résultat vient tout seul.
Maintenant l'astuce : appliquez la même règle — empiler deux tierces — en partant de chaque degré de la gamme. Chaque note devient la fondamentale d'une triade, en utilisant toujours uniquement les sept notes de do majeur.
| Degré | Empilement de tierces | Accord | Qualité |
|---|---|---|---|
| I | Do–Mi–Sol | C | Majeur |
| ii | Ré–Fa–La | Dm | Mineur |
| iii | Mi–Sol–Si | Em | Mineur |
| IV | Fa–La–Do | F | Majeur |
| V | Sol–Si–Ré | G | Majeur |
| vi | La–Do–Mi | Am | Mineur |
| vii° | Si–Ré–Fa | Bdim | Diminué |
Cet ensemble de sept accords est le champ harmonique de la tonalité — le « vocabulaire » d'accords qui sonnent bien ensemble, parce qu'ils viennent tous de la même gamme.
Et un schéma apparaît, qui se répète dans n'importe quelle tonalité majeure : les degrés I, IV et V sont majeurs ; ii, iii et vi sont mineurs ; et le vii est diminué. Mémorisez ce schéma et vous saurez construire le champ harmonique de n'importe quelle tonalité — il suffit de transposer.
Une fois les accords en main, chacun prend un « rôle » dans la musique. Il y a trois familles, et c'est cette fonction — pas la note elle-même — qui crée la sensation de « maison », de « départ » ou de « tension qui appelle une résolution ».
Une progression est en gros un voyage entre ces trois familles : on quitte la tonique, on passe par la sous-dominante, on crée de la tension à la dominante, puis on résout. Ce cycle T → SD → D → T est l'épine dorsale de l'harmonie occidentale.
La cadence est le « point final » (ou la virgule) d'une phrase musicale — la façon dont elle se résout, ou ne se résout volontairement pas.
Ouvrez Shapeboard, construisez la gamme majeure de votre tonalité préférée et voyez les triades naître de l'empilement de tierces.
Ouvrir dans Shapeboard →Wie die Töne einer Tonart zueinander stehen — die Grundlage, um zu verstehen, wie sie Akkorde bilden, wie Akkorde in Progressionen verwendet werden, wie du eigene baust und Musik nach Gehör erkennst.
Fast alles in der westlichen Harmonik entsteht aus der Dur-Tonleiter: sieben Töne, ausgewählt aus den zwölf vorhandenen, nach einem festen Abstandsmuster. In C-Dur sind das die sieben weißen Tasten des Klaviers:
Dieselbe Tonleiter erfüllt zwei Aufgaben zugleich:
1. Sie bildet Melodien. Eine Melodie ist eine Folge von Tönen, die nacheinander gespielt werden. Wenn du nur die Töne der Tonleiter verwendest, klingt alles „tonartrein" — stimmig und angenehm fürs Ohr.
2. Sie bildet Akkorde. Ein Akkord ist eine Gruppe von Tönen, die gleichzeitig gespielt werden. Und das Schöne: die Akkorde eines Songs stammen aus denselben sieben Tönen der Tonleiter. Melodie und Harmonie teilen eine Quelle.
Jeder Ton der Tonleiter erhält außerdem eine Zahl — die Stufe, als römische Ziffer geschrieben (I bis VII). Es ist die Stufe, nicht der Tonname, die in der Theorie zählt: so funktioniert dieselbe Idee in jeder Tonart.
Der einfachste Akkord ist der Dreiklang: drei Töne. Um ihn zu bauen, stapeln wir Terzen — das heißt, wir starten auf einem Ton und überspringen innerhalb der Tonleiter jeden zweiten Ton (einen ja, einen nein).
Bauen wir den C-Dreiklang. Wir beginnen auf C und überspringen abwechselnd:
C + E + G bilden den C-Dur-Akkord (C). Beachte, dass wir nur Töne der Tonleiter selbst verwendet und jeden zweiten übersprungen haben — das ist die Regel des Terzenstapelns.
Der Abstand zwischen Grundton und Terz bestimmt die „Stimmung": ist es eine große Terz (breiter), ist der Akkord Dur und klingt fröhlich; ist sie klein (enger), ist der Akkord Moll und klingt traurig. Du musst nichts messen — baust du den Dreiklang nur aus Tonleitertönen, ergibt sich das von selbst.
Jetzt der Trick: wende dieselbe Regel an — zwei Terzen stapeln — beginnend auf jeder Stufe der Tonleiter. Jeder Ton wird zum Grundton eines Dreiklangs, immer nur mit den sieben Tönen von C-Dur.
| Stufe | Terzen stapeln | Akkord | Qualität |
|---|---|---|---|
| I | C–E–G | C | Dur |
| ii | D–F–A | Dm | Moll |
| iii | E–G–H | Em | Moll |
| IV | F–A–C | F | Dur |
| V | G–H–D | G | Dur |
| vi | A–C–E | Am | Moll |
| vii° | H–D–F | Bdim | Vermindert |
Diese Gruppe von sieben Akkorden ist das diatonische Feld der Tonart — das Akkord-„Vokabular", das gut zusammen klingt, weil alle aus derselben Tonleiter stammen.
Und es zeigt sich ein Muster, das sich in jeder Dur-Tonart wiederholt: die Stufen I, IV und V sind Dur; ii, iii und vi sind Moll; und vii ist vermindert. Merke dir dieses Muster und du kannst das diatonische Feld jeder Tonart bauen — einfach transponieren.
Mit den Akkorden in der Hand übernimmt jeder eine „Rolle" in der Musik. Es gibt drei Familien, und es ist diese Funktion — nicht der Ton selbst — die das Gefühl von „Zuhause", „Aufbruch" oder „Spannung, die nach Auflösung verlangt" erzeugt.
Eine Progression ist im Grunde eine Reise zwischen diesen drei Familien: weg von der Tonika, über die Subdominante, Spannung bei der Dominante, zurück zur Auflösung. Dieser Zyklus T → SD → D → T ist das Rückgrat der westlichen Harmonik.
Eine Kadenz ist der „Punkt" (oder das Komma) einer musikalischen Phrase — wie sie sich auflöst, oder bewusst nicht auflöst.
Öffne Shapeboard, baue die Dur-Tonleiter deiner Lieblingstonart und sieh Dreiklänge aus gestapelten Terzen entstehen.
In Shapeboard öffnen →एक टोनैलिटी के नोट्स आपस में कैसे जुड़ते हैं — यह समझने की नींव कि वे कॉर्ड कैसे बनाते हैं, कॉर्ड प्रोग्रेशन में कैसे इस्तेमाल होते हैं, आप अपने खुद के कैसे बनाएं और कान से संगीत कैसे पहचानें।
पश्चिमी हार्मनी में लगभग सब कुछ मेजर स्केल से जन्म लेता है: बारह में से चुने गए सात नोट्स, एक निश्चित दूरी पैटर्न का पालन करते हुए। C मेजर में, ये नोट्स पियानो की सात सफेद कुंजियाँ हैं:
यही स्केल एक साथ दो काम करता है:
1. धुनें बनाता है। धुन एक के बाद एक बजाए गए नोट्स का क्रम है। अगर आप सिर्फ स्केल के नोट्स इस्तेमाल करें, तो सब कुछ "की के भीतर" लगता है — सुसंगत और कान को भाता हुआ।
2. कॉर्ड बनाता है। कॉर्ड एक साथ बजाए गए नोट्स का समूह है। और सबसे खूबसूरत बात: गाने के कॉर्ड स्केल के उन्हीं सात नोट्स से आते हैं। धुन और हार्मनी एक ही स्रोत से आते हैं।
स्केल के हर नोट को एक संख्या भी मिलती है — डिग्री, रोमन अंक में (I से VII)। थ्योरी में डिग्री मायने रखती है, नोट का नाम नहीं: इस तरह वही विचार किसी भी की में काम करता है।
सबसे बुनियादी कॉर्ड ट्रायड है: तीन नोट्स। इसे बनाने के लिए, हम थर्ड्स को ढेर करते हैं — यानी एक नोट से शुरू करके स्केल के भीतर हर दूसरा नोट छोड़ते जाते हैं (एक नोट हाँ, एक नहीं)।
चलिए C ट्रायड बनाते हैं। हम C से शुरू करते हैं और बारी-बारी छोड़ते हैं:
C + E + G मिलकर C मेजर (C) कॉर्ड बनाते हैं। ध्यान दें कि हमने सिर्फ स्केल के नोट्स इस्तेमाल किए और हर दूसरा छोड़ा — यही थर्ड्स ढेर करने का नियम है।
मूल और थर्ड के बीच की दूरी "मूड" तय करती है: अगर यह मेजर थर्ड (चौड़ी) है, तो कॉर्ड मेजर है और खुश लगता है; अगर माइनर (संकरी) है, तो कॉर्ड माइनर है और उदास लगता है। आपको कुछ मापने की ज़रूरत नहीं — सिर्फ स्केल के नोट्स से ट्रायड बनाने पर यह परिणाम अपने आप आ जाता है।
अब तरकीब: वही नियम — दो थर्ड्स ढेर करना — स्केल की हर डिग्री से शुरू करके लगाएं। हर नोट एक ट्रायड का मूल बन जाता है, हमेशा सिर्फ C मेजर के सात नोट्स का उपयोग करते हुए।
| डिग्री | थर्ड्स ढेर | कॉर्ड | क्वालिटी |
|---|---|---|---|
| I | C–E–G | C | मेजर |
| ii | D–F–A | Dm | माइनर |
| iii | E–G–B | Em | माइनर |
| IV | F–A–C | F | मेजर |
| V | G–B–D | G | मेजर |
| vi | A–C–E | Am | माइनर |
| vii° | B–D–F | Bdim | डिमिनिश्ड |
सात कॉर्ड्स का यह समूह टोनैलिटी का डायटॉनिक फील्ड है — कॉर्ड्स की वह "शब्दावली" जो साथ अच्छी लगती है, क्योंकि सब एक ही स्केल से आते हैं।
और एक पैटर्न उभरता है जो किसी भी मेजर की में दोहराता है: डिग्री I, IV और V मेजर हैं; ii, iii और vi माइनर हैं; और vii डिमिनिश्ड है। यह पैटर्न याद कर लें तो किसी भी की का डायटॉनिक फील्ड बना सकते हैं — बस ट्रांसपोज़ करें।
कॉर्ड हाथ में आने पर, हर एक संगीत में एक "भूमिका" निभाता है। तीन परिवार हैं, और यही फंक्शन — नोट खुद नहीं — "घर", "प्रस्थान", या "रिज़ॉल्यूशन माँगने वाले टेंशन" का एहसास बनाता है।
एक प्रोग्रेशन मूल रूप से इन तीन परिवारों के बीच की यात्रा है: टॉनिक से निकलना, सबडॉमिनेंट से गुज़रना, डॉमिनेंट पर टेंशन बनाना, और वापस रिज़ॉल्व करना। यह T → SD → D → T चक्र पश्चिमी हार्मनी की रीढ़ है।
केडेंस एक संगीत वाक्य का "पूर्ण विराम" (या अल्पविराम) है — यह कैसे रिज़ॉल्व होता है, या जानबूझकर नहीं होता।
Shapeboard खोलें, अपनी पसंदीदा की का मेजर स्केल बनाएं, और थर्ड्स ढेर करने से ट्रायड बनते देखें।
Shapeboard में खोलें →一个调性中的音如何相互关联——理解它们如何构成和弦、和弦如何用于进行、如何创作自己的进行以及凭耳朵识别音乐的基础。
西方和声中几乎一切都源于大调音阶:从十二个音中按固定的距离模式选出的七个音。在 C 大调中,这些音就是钢琴的七个白键:
同一条音阶同时做两件事:
1. 构成旋律。旋律是一个接一个演奏的音的序列。如果你只用音阶里的音,一切听起来就"在调内"——连贯而悦耳。
2. 构成和弦。和弦是同时演奏的一组音。最美妙的是:一首歌的和弦来自音阶相同的七个音。旋律与和声同出一源。
音阶的每个音还有一个数字——级数,用罗马数字表示(I 到 VII)。在乐理中重要的是级数,而不是音名:这样同一个概念在任何调都成立。
最基本的和弦是三和弦:三个音。要构建它,我们叠加三度——也就是从一个音开始,在音阶内每隔一个音取一个(取一个、跳一个)。
我们来构建 C 三和弦。从 C 开始,交替跳过:
C + E + G 构成C 大三和弦(C)。注意我们只用了音阶本身的音,并且每隔一个取一个——这就是叠三度的规则。
根音与三度音之间的距离决定"情绪":若是大三度(较宽),和弦为大三和弦,听起来欢快;若是小三度(较窄),和弦为小三和弦,听起来悲伤。你不用测量任何东西——只用音阶的音构建三和弦,这个结果自然就出来了。
现在是诀窍:从音阶的每一级开始,应用同样的规则——叠加两个三度。每个音都成为一个三和弦的根音,始终只用 C 大调的七个音。
| 级数 | 叠三度 | 和弦 | 性质 |
|---|---|---|---|
| I | C–E–G | C | 大三和弦 |
| ii | D–F–A | Dm | 小三和弦 |
| iii | E–G–B | Em | 小三和弦 |
| IV | F–A–C | F | 大三和弦 |
| V | G–B–D | G | 大三和弦 |
| vi | A–C–E | Am | 小三和弦 |
| vii° | B–D–F | Bdim | 减三和弦 |
这七个和弦的集合就是该调性的顺阶和弦——和弦"词汇表",因为它们都来自同一条音阶,所以放在一起很和谐。
并且出现了一个在任何大调都重复的规律:I、IV、V 级是大三和弦;ii、iii、vi 级是小三和弦;vii 级是减三和弦。记住这个规律,你就能构建任何调的顺阶和弦——只需移调。
有了和弦,每个都在音乐中承担一个"角色"。共有三大家族,正是这种功能——而不是音本身——创造出"主场"、"离开"或"渴望解决的张力"的感觉。
一个和弦进行本质上就是在这三大家族之间的旅程:离开主音,经过下属,在属和弦处积累张力,再解决回归。这个 T → SD → D → T 循环是西方和声的骨架。
终止式是一个音乐乐句的"句号"(或逗号)——它如何解决,或刻意不解决。